Perguntas e Resposta sobre Diabetes e COVID-19

covid19 diabates

      1. O diabético tem mais chance de ser contaminado pelo coronavirus?

        Não.  O diabético tem a mesma chance de contaminação pelo coronavirus que qualquer outra pessoa.

      2. Por que o diabético precisa se prevenir mais que outras pessoas?

        Porque apresenta maior chance de complicações pela infecção, tais como, dificuldade respiratória, necessidade de internação hospitalar, além da mortalidade pelo COVID-19, que é maior neste grupo.

      3. Por que o diabético complica mais se pegar COVID-19?

        Porque o diabetes, assim como outras doenças crônicas, provoca alteração da imunidade, dificultando a reação do organismo diante de infecções.

      4. Todo diabético tem o mesmo risco?

        Não. O risco aumenta com níveis altos de glicose no sangue, com o tempo de diabetes, com a presença de complicações do diabetes ou outras doenças crônicas associadas (como obesidade, pressão alta e doenças cardiovasculares). O risco é semelhante em diabéticos tipo 1 ou tipo 2.

      5. O paciente diabético deve suspender o uso de algum remédio de uso contínuo durante a pandemia de COVID-19?

        Não. Todos os medicamentos de uso contínuo devem ser mantidos.

      6. O paciente diabético deve fazer algum tratamento especial pra melhorar sua imunidade?

        Não existe nenhuma vitamina, soro ou terapia alternativa para prevenir ou tratar COVID-19. O paciente diabético deve manter alimentação saudável, hidratação, controle da glicemia e as medidas de isolamento e higiene orientadas pela OMS.

      7. Quais os cuidados que o diabético deve ter no trabalho?

        O paciente diabético deve permanecer em isolamento doméstico. Se houver possibilidade, o sistema home office pode ser adotado. Caso contrário, o licenciamento será necessário.

      8. Dentro de casa, como fica o contato com familiares?

        Os familiares que não podem cumprir o isolamento social são possíveis transmissores do COVID-19, mesmo assintomáticos. Nestes casos, a segmentação do ambiente familiar é a opção mais adequada, separando os cômodos onde irão circular o diabético e seu familiar. A higienização do ambiente e das mãos deve ser intensificada e os membros da família não devem compartilhar talheres e copos com o diabético, antes da lavagem com água e sabão. O paciente deve usar máscaras enquanto na presença do familiar e manter um metro ou mais de distância.

      9. O diabético deve receber a vacina contra gripe?

        Sim. Ela não protege contra o coronavirus, mas protege contra outros vírus que circulam no nosso meio e que também podem causar gripe, como o vírus Influenza e H1N1. No entanto, é preciso cautela para ser vacinado. Antes de sair de casa, é prudente ligar para o serviço de vacinação e verificar se há agendamento, evitando aglomeração de pessoas. Em alguns municípios, a prefeitura tem realizado vacina drive thru ou vacinação nos condomínios em pacientes de risco.

      10. O que o diabético deve fazer se apresentar sintomas de gripe?

        Se os sintomas forem leves (febre, mal estar, dor de garganta, coriza, espirros e tosse), o paciente permanecerá em isolamento domiciliar por pelo menos 14 dias. O médico assistente poderá ser consultado caso haja aumento da glicemia, comum durante o período de infecções. No entanto, se apresentar febre alta e/ou persistente, cansaço ou dificuldade para respirar, deverá buscar assistência médica nos centros de referência da sua cidade.

      11. Quais medicamentos o diabético pode utilizar em casa para aliviar os sintomas da gripe?

        Pode utilizar dipirona ou paracetamol, para alívio da febre e da dor e deve evitar corticoides e antiinflamatórios, para evitar piora da glicemia e da função renal. Não se recomenda nada além disso, devido os riscos da auto medicação. O médico sempre deve ser consultado em caso de dúvidas.

      Dra Karina Monteiro
      Médica MD, PhD – Endocrinologista
      CRM/SC: 9721 | RQE: 4245

Perguntas e Resposta sobre Diabetes e COVID-19

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      1. O diabético tem mais chance de ser contaminado pelo coronavirus?

        Não.  O diabético tem a mesma chance de contaminação pelo coronavirus que qualquer outra pessoa.

      2. Por que o diabético precisa se prevenir mais que outras pessoas?

        Porque apresenta maior chance de complicações pela infecção, tais como, dificuldade respiratória, necessidade de internação hospitalar, além da mortalidade pelo COVID-19, que é maior neste grupo.

      3. Por que o diabético complica mais se pegar COVID-19?

        Porque o diabetes, assim como outras doenças crônicas, provoca alteração da imunidade, dificultando a reação do organismo diante de infecções.

      4. Todo diabético tem o mesmo risco?

        Não. O risco aumenta com níveis altos de glicose no sangue, com o tempo de diabetes, com a presença de complicações do diabetes ou outras doenças crônicas associadas (como obesidade, pressão alta e doenças cardiovasculares). O risco é semelhante em diabéticos tipo 1 ou tipo 2.

      5. O paciente diabético deve suspender o uso de algum remédio de uso contínuo durante a pandemia de COVID-19?

        Não. Todos os medicamentos de uso contínuo devem ser mantidos.

      6. O paciente diabético deve fazer algum tratamento especial pra melhorar sua imunidade?

        Não existe nenhuma vitamina, soro ou terapia alternativa para prevenir ou tratar COVID-19. O paciente diabético deve manter alimentação saudável, hidratação, controle da glicemia e as medidas de isolamento e higiene orientadas pela OMS.

      7. Quais os cuidados que o diabético deve ter no trabalho?

        O paciente diabético deve permanecer em isolamento doméstico. Se houver possibilidade, o sistema home office pode ser adotado. Caso contrário, o licenciamento será necessário.

      8. Dentro de casa, como fica o contato com familiares?

        Os familiares que não podem cumprir o isolamento social são possíveis transmissores do COVID-19, mesmo assintomáticos. Nestes casos, a segmentação do ambiente familiar é a opção mais adequada, separando os cômodos onde irão circular o diabético e seu familiar. A higienização do ambiente e das mãos deve ser intensificada e os membros da família não devem compartilhar talheres e copos com o diabético, antes da lavagem com água e sabão. O paciente deve usar máscaras enquanto na presença do familiar e manter um metro ou mais de distância.

      9. O diabético deve receber a vacina contra gripe?

        Sim. Ela não protege contra o coronavirus, mas protege contra outros vírus que circulam no nosso meio e que também podem causar gripe, como o vírus Influenza e H1N1. No entanto, é preciso cautela para ser vacinado. Antes de sair de casa, é prudente ligar para o serviço de vacinação e verificar se há agendamento, evitando aglomeração de pessoas. Em alguns municípios, a prefeitura tem realizado vacina drive thru ou vacinação nos condomínios em pacientes de risco.

      10. O que o diabético deve fazer se apresentar sintomas de gripe?

        Se os sintomas forem leves (febre, mal estar, dor de garganta, coriza, espirros e tosse), o paciente permanecerá em isolamento domiciliar por pelo menos 14 dias. O médico assistente poderá ser consultado caso haja aumento da glicemia, comum durante o período de infecções. No entanto, se apresentar febre alta e/ou persistente, cansaço ou dificuldade para respirar, deverá buscar assistência médica nos centros de referência da sua cidade.

      11. Quais medicamentos o diabético pode utilizar em casa para aliviar os sintomas da gripe?

        Pode utilizar dipirona ou paracetamol, para alívio da febre e da dor e deve evitar corticoides e antiinflamatórios, para evitar piora da glicemia e da função renal. Não se recomenda nada além disso, devido os riscos da auto medicação. O médico sempre deve ser consultado em caso de dúvidas.

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